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- Nenhum conto de fadas termina mal, senhorita Hanson. Se atualmente não está bem, é porque não chegou ao fim.
- Não, o meu conto de fadas terminou.
- Preferiria, pois, não ter amado?
Maria, que mais parecia estar falando sozinha, observou melhor o professor, retornando a mente àquela sala.
- Como?
- Afinal, na vida, é preferível amar e perder ou nunca ter amado? - instituiu o velho professor.
- É preferível não sofrer a dor da perda.
- E como se pode amar separado da dor? E como se pode, distanciado da perda, valorizar algo?
- Não tomando conhecimento da injustiça do amor platônico.
- Maria…Maria… - repare a troca do ‘senhorita Hanson’ pelo primeiro nome. - Como toda jovem, você tem uma vida pela frente e muito a ser aprendido.
Maria apenas observou, trazendo no olhar a espera por uma conclusão mais objetiva que respeitasse a sua dor.
- Ninguém pode ser considerado totalmente infeliz quando ama. Até o amor platônico tem sua beleza.
- Talvez para quem o observe, mas não para quem o sinta.
- Sabe o que lhe traz a dor? Não é a falta, é a presença constante dele no seu pensamento.
- Não posso iludir a ausência da pessoa pensada.
- Talvez…
- Nem posso controlar a escolha dos meus pensamentos.
- Talvez não. Mas pode decidir não se entregar aos sentimentos destrutivos que eles provocam.
Maria suspirou.
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E nossos olhos transmitiam coisas indizíveis e infinitas, que nossas bocas não podiam falar.
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Silêncio.
Café quente.
Tempo frio.
Chuva.
Saudade.
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Podíamos ver um filme
Comer pipoca
Entrar no cobertor
E esquecer do frio lá fora…
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